Plano de saúde e autismo (TEA)

Plano que limita as sessões de terapia do seu filho, nega o método prescrito ou não tem profissional na rede: famílias de pessoas com TEA esbarram nisso o tempo todo. E a lei está do lado de vocês.

O que a lei garante no tratamento de autismo

Desde 2022, a ANS determina cobertura ilimitada de sessões com psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta para pessoas com transtorno do espectro autista. O método indicado pelo médico, como o ABA, a quantidade de horas e o profissional que vai atender: tudo isso quem decide é a equipe que acompanha a criança, não o plano.

Os problemas que mais aparecem

O mais comum é o plano limitar o número de sessões ou de horas por semana. Vem também a recusa da terapia pelo método ABA, e a rede que não tem profissional especializado. Nesse último caso, o plano precisa custear o atendimento fora da rede, com reembolso integral. E tem a velha história do reembolso que chega em valor irrisório, quando chega.

No desenvolvimento infantil, o tempo conta

Cada mês sem a terapia certa deixa marca. Por isso esses casos costumam ir para a via da liminar, com a Justiça determinando o custeio integral do tratamento em poucos dias.